A cada novo acontecimento político, social e econômico, parece gerar um mar de opiniões embasadas no pouco e atiradoras sem alvo definido, somente destruir tudo que é para este nefasto. Assim foi com Osama Bin Laden, Muamar Kadafi, João Paulo II entre outros. A bola da vez é a Coréia do Norte que vem sendo debatida por grandes estudiosos e conhecedores deste país, ou como informou a Rede Globo por meio de seus imparciais (existe isso?) jornalistas, de que este país já tem o seu novo "Ditador". O mais importante nesse contexto é entender os elementos particulares e específicos que esse país apresenta desde a sua mitológica criação até os dias de hoje. Dói muito ouvir e ler definições ditas como comunistas, visto que nunca existiu um estado comunista, mas as analogias e descrições são feitas de forma descomprometidas, sem um único respeito a verdade ou a busca dela. Indo mais além a Coréia do Norte, ao logo se sua história esteve sobre alvo de diversas invasões (claro que toda nação sofreu com isso), mas o que me refiro é a forma em que ela resolveu se desenvolver como estado ou como nação. Nesse sentido em que suas relações internacionais estiveram como inexistentes a séculos, ainda no chamado período medieval para nós ocidentais. Está forma ímpar de se isolar ao redor do contexto mundial fez sem dúvida uma gama de adjetivos ao país na qual baseado em elementos incompreensiveis ao imaginário ocidental capitalista. O advento pós dominação japonesa no século com a divisão da Coréia em dois países representou um forte elemento histórico em que um país dividido em duas nações de fronteira se manteram de forma oposta, na a Coréia do Norte, diferentemente do Sul, se manteve além do que ocorria no mundo exterior. Interessante é perceber que com o tempo, mas precisamente pós década de 60 a Coréia do Norte vai sair de uma concepção teórica voltada ao marxismo e a lennnismo para criar um e desenvolver uma filosofia chamada de Djoutché, voltada para o indíviduo coreano, buscando a autonomia e fortalecimento nacional visando a independencia exterior, ainda que o país fosse bastante dependente da U.R.S.S. e da China. Com tudo isso e mais outros vários elementos específicos fica difícil determinara a Coréia do Norte de forma simplificada e objetiva

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